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As palavras ditas à respeito da Bíblia são as mais variáveis possíveis. O Cardeal Arcoverde foi enfático: "Que regra mais pura e santa, que caminho mais seguro para o homem público, para o político, do que a verdade vinda do céu, pregada e ensinada pela boca de um Deus e registrada no livro do Evangelho? Leia-se, pois, medite-se o livro santo do Evangelho". Ainda o Padre Alves Mendes, de Portugal, assim se expressou: "Suprima-se a Bíblia e logo ficará suprimida a sonora, a elegante, a preciosa literatura portuguesa, ou despojada, pelo menos, dos seus mais esplêndidos esmaltes, e das suas maiores e mais pomposas magnificências... Livro incomparável este, que há trinta e três séculos o gênero humano começou a ler, e lendo-o todos os dias e noites e horas, não tem podido ainda concluir a sua leitura.
Se fôssemos citar as personalidades que se expressaram a respeito do Santo Livro, a Bíblia, faltaria espaço para tantas palavras. Todavia, faz-se necessário fazer referência a algumas dessas personalidades. Se não, vejamos:
"Impressiona-nos, na contemplação do mundo atual, a exatidão das Sagradas Escrituras. Nestes nossos tempos, com precisão admirável, cumprem-se previsões do velho e bendito livro. Páginas proféticas assumem o sabor de crônicas contemporânea, em que fatos e feitos, na história e através dos homens, proclamam a veracidade da eterna palavra, que não falhou nem falhará. Por isso é tempo de voltar à palavra de Deus. E é isso que a humanidade está fazendo, depois de tantas fugas. Depois de procurar tantos caminhos, onde a frustração lhes foi fatal, os homens retornam ao caminho, ao único e verdadeiro caminho. E, nesse caminho, em sentido de libertação e esperança, brilha a palavra, que é luz e lâmpada de Deus" (Ivan E. Ávila, da Academia Evangélica de Letras do Brasil).
"Depois de ter pregado o Evangelho por quarenta anos, e ter impresso os sermões que preguei semanalmente durante trinta e seis anos, tendo estes alcançado o número de 22 mil, creio que devo ter direito a dizer algo sobre a riqueza e plenitude da Bíblia como o livro do pregador. Irmãos, ela é inesgotável. Não haverá perigo de ficarmos secos se nos apegarmos ao texto deste volume sagrado. Não haverá dificuldades em arranjar assuntos totalmente distintos dos já usados; a variedade é tão infinita como a sua plenitude. Uma longa vida mal dá para ladear as margens deste continente de luz. Nos quarenta anos do meu ministério tenho podido apenas tocar a orla das vestes da verdade divina; mas que a virtude já fluiu dela! A palavra é como o seu Autor - infinita, imensurável, eterna. Se fosses ordenado ao ministério por toda a eternidade, teria na mão tema suficiente para as exigências eternas" (Charles Spurgeon)
"Apegai-vos solidariamente à Bíblia, como âncora das vossas liberdades; gravai os seus preceitos nos vossos corações e ponde-os em prática nas vossas vidas. A esse livro devemos os progressos que temos feito em nossa civilização, e para ele devemos olhar como o guia da nossa vida futura" (General Ulysses Grant, Presidente dos Estados Unidos).
Outro Presidente americano, Theodoro Roosevelt, expediu da Casa Branca a seguinte mensagem durante a Segunda Guerra Mundial: "Como comandante-chefe, tenho o prazer de recomendar a leitura da Bíblia a todos os que servem nas forças armadas dos Estados Unidos. Através dos séculos, homens de muitos credos e de origens diversas têm encontrado no Livro Sagrado palavras de sabedoria, conselho e inspiração. É uma fonte de fortaleza, e agora como sempre, um auxílio poderoso na conquista das mais altas aspirações da alma humana".
Tobias Barreto, pensador e escritor brasileiro, escreveu: "A Bíblia é um modelo de tudo quanto é belo e bom e, se outras razões não determinassem a sua leitura, bastaria o gosto, o simples instinto literário, para levar-nos a folhear suas páginas eternas".
Outro escritor, o espanhol Emílio Castelar, disse: "Não compreendo que se tenham posto milhares de obstáculos à propagação da Bíblia, pois ela é a revelação mais pura que de Deus existe na sociedade, na natureza, na história".
"Espero e confio em que os meus súditos nunca deixarão de cultivar a sua nobre herança na Bíblia inglesa, a qual, num aspecto secular, é o primeiro dos tesouros, enquanto que na sua significação espiritual é o objeto mais valioso que o mundo nos outorga" (Jorge V, rei da Inglaterra).
O escritor ateu, H. L. Mencken assim se exprime sobre o valor real da Bíblia: "É a Bíblia, inquestionavelmente, o mais lindo livro do mundo. Não há literatura, quer antiga quer moderna, que se lhe compare".
"As Escrituras Sagradas constituem o livro mais notável jamais visto no mundo. São de alta antiguidade. Contêm o registro de acontecimentos do mais profundo interesse. A história de sua influência é a história da civilização. Os melhores homens e os maiores sábios têm testemunhado de seu poder como instrumento de iluminação e santidade, e, visto que foram preparadas por homens que "falaram da parte de Deus movidos pelo Espírito Santo", a fim de revelar o "único Deus verdadeiro e Jesus Cristo a quem ele enviou", elas possuem por isso os mais fortes direitos a nossa consideração atenciosa e reverente" (Angus-Creen).
O eterno presidente da Academia Brasileira de Letras, o memorável escritor Austregésilo de Athayde, falando da Bíblia, expressou: " Manancial de consolo e conselho, refúgio para as horas de tormenta e atribulação, guia de exemplos e ensinamentos, mestre silencioso e permanente em disponibilidade, a Bíblia é o mais secreto confidente das penas e aflições, e ninguém sai de suas páginas sem receber apaziguadora resposta para as dúvidas, e bálsamo e estímulo nas ocasiões de angústia e desespero".
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